terça-feira, 18 de setembro de 2007

Cristo e o Papa 3

Infalibilidade papal
A História das Falsidades do Catolicismo

Em nossa série sobre o Catolicismo nós encontramos um dos mais sérios e condenados erros ensinados pela Igreja Católica, a Infalibilidade papal. Em resumo, ensina que quando o papa, falando oficialmente na capacidade como sucessor de São Pedro ("ex cathedra", ou do seu trono), ele não pode estar errado; os seus pronunciamentos em matéria de doutrina e moral são infalíveis e aos fiéis é ordenado aceitar os decretos papais sem questionamento.

O papa, como ensinado por esta doutrina, é tão infalívelmente inspirado como os escritores da Bíblia. Antes da adoção da doutrina de Infalibilidade, os consílhos da igreja somaram todas as inumeráveis tradições à Bíblia, mas desde que o papa foi declarado ser o intérprete infalível das Escrituras e a autoridade final a respeito de doutrina e moral, a Igreja deve aceitar qualquer nova doutrinaou ou "revelação" que o papa impõe à igreja.

A coisa estranha sobre a infalibilidade papal é o fato que ela não foi aceita até a segunda metade do século 19. Durante o reinado do papa Pio IX, um consílho do Vaticano reuniu-se para discutir o assunto de infalibilidade papal, que já estava sendo tramada a algum tempo.

Em 1869, menos de 150 anos atrás (e 1800 anos depois de Deus ter encerrado o cânon da Escritura - Apocalipse 22:18), papa Pio IX reuniu o consílho no qual o assunto seria debatido. Forte oposição foi elevada por certos bispos proeminentes que mostraram a história de erros dos papas anteriores.

Entre os mais fortes opositores a este novo dogma estava o Bispo Stossmayer que traçou a história dos papas passados e apontou como os decretos dos papas infalíveis do passado tinham sido rescindidos, invertidos ou cancelados por outros papas. O Bispo mostrou a escura e sórdida história de assassinato, incesto, adultério e avareza associada aos papas. Apesar dos protestos violentos de um segmento do consílho, o consílho do Vaticano decretou como dogma a doutrina de Infalibilidade papal em julho de 1870. Claro que, esta ação levanta muitas perguntas.

Porque esta doutrina só foi revelada e adotada 1800 anos depois de Pedro, o "primeiro papa" ? Foi o papa Pius IX o primeiro papa infalível? Os papas antes dele também eram infalíveis ? Como eles poderiam então discordar, se um papa anulou o que outro papa tinha declarado como uma revelação infalível ? Como então que a Ascensão de Maria nunca foi revelada até o século 20 ? - mas, a ninguém permitido questionar tais perguntas à um "papa infalível". O fiél católico não deve fazer perguntas acerca dos dogmas da Igreja: ele deve aceitar o que ela ensina, mesmo que isto não esteja na Bíblia.

Catolicismo é uma usurpação da deidade. O sistema católico, enquanto professa fé na Trindade, realmente nega Cristo como o Cabeça, assumindo todas as honras e poderes que pertencem a Deus. A Paternidade de Deus é um assunto quase desconhecido no Catolicismo. Aonde você encontra adoração diretamente dirigida a Deus, o Pai, no Catolicismo ? O lugar pertencente somente a Deus como alvo da adoração e do louvor, foi assumido por Maria. O papa usurpou o lugar de Cristo se fazendo a cabeça da Igreja, e o trabalho do espírito santo foi assumido pelo homem que reivindica ser o professor infalível. Assim o Catolicismo negou virtualmente o trabalho de um Deus Trino assumindo os papéis do Pai, Filho e do Espírito Santo.

Pedro, descrito por Roma como "o primeiro Papa" e de quem todos os papas clamam ser sucessores, deveria ter sido então "infalível", mas a Bíblia diz: " Quando, porém, Pedro veio a Antioquia, resisti-lhe na cara, porque era repreensível". (Gal. 2:11)

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